Objetivo: resgatar e promover a dignidade e as qualidades femininas na família, na sociedade e no âmbito do trabalho profissional dentro e fora do lar. Público Alvo – moças e senhoras Metodologia: palestras participativas Com a evolução sexual, as mulheres conquistaram sua independência, mas também desaprenderam o sentido do respeito, da liberdade com companheirismo, da entrega mútua. Vivemos a época da competitividade desenfreada - dentro e fora de casa - do estímulo ao individualismo, da consagração do sucesso profissional, da ascensão ao poder, das conquistas materiais e, consequentemente, do stress e da solidão. Pois com o objetivo de resgatar a natureza feminina, renegada no processo de liberação, e procurando anistiar a feminilidade, o afeto, a entrega, a intuição, a criatividade, a delicadeza, a suavidade e a capacidade de dar-se aos demais, o Centro Cultural Enseada, começou – em 2005 – uma atividade: Mulher em debate. No dia 8 de março de 2005, Día Internacional da Mulher, tratamos o tema Antropología. Ser pessoa. Estavam presentes 21 pessoas de idades e profissões distintas. A conferencista foi a famosa médica Dra. Mannoun Chimelli, especialista nol cuidado de famílias e de adolescentes, escritora de 3 livros: Gastando iempo com os filhos, Familia e TV e Amar os adolescentes, entrevistada em vários programas de TV. “Incorporamos os valores desse mundo de tal maneira que ganhamos personalidade, ímpeto, individualidade e capacidade de competir. Por outro lado, perdemos a identidade feminina, nosso modo de ser e sentir. E a família e a empresa – todas as relações humanas - estão sofrendo as consequências. Abdicamos ser mulheres e abrimos um buraco na sociedade”, disse. Refletimos sobre as palavras de São Josemaría, no livro Questões Atuais do Cristianismo, n. 87: A mulher está destinada a levar à família, à sociedade, à Igreja, algo de característico, que lhe é próprio e que só ela pode dar: sua delicada ternura, sua generosidade incansável, seu amor pelo concreto, sua agudeza de engenho, sua capacidade de intuição, sua piedade profunda e simples, sua tenacidade... A feminilidade não é autêntica se não reconhece a formosura dessa contribuição insubstituível, e se não a insere na própria vida. Depois da exposição, pudemos participar do Coquetel de abertura e trocar algumas outras impressões. A partir daí vários assuntos foram abordados:
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